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O que é o sucesso


ler

Se conseguir ler as primeiras palavras o cérebro decifrará automaticamente as outras...
 
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Falar

Se você acha que sabe o que fala, é melhor pensar de novo antes de falar.
 
O modelo padrão que tenta explicar nossa comunicação estabelece que as pessoas elaboram o que querem dizer em suas mentes, e depois vocalizam o resultado de suas maquinações cerebrais.
 
Mas parece que não existe algo como "Penso, logo falo".
 
Andreas Lind e seus colegas da Universidade de Lund (Suécia) demonstraram experimentalmente que, em determinadas situações, o falante só toma consciência do que está dizendo ouvindo a própria voz, ou seja, depois que ele já falou.
 
No experimento, voluntários foram submetidos ao chamado "Teste de Stroop" - no qual a pessoa vê, por exemplo, a palavra azul impressa em vermelho, e deve dizer o nome da cor (neste caso, vermelho).
 
Lind então teve uma ideia: ele montou um aparato no qual os voluntários pronunciavam palavras mas, por meio de uma manipulação realizada no laboratório e fones de ouvido, eles ouviam-se dizendo outra coisa - as respostas eram gravadas e depois inseridas nas repetições dos experimentos.
 
O resultado foi que mais de 60% das manipulações passaram despercebidas e, dessas, 85% foram aceitas pelos voluntários como se tivessem sido produzidas por eles mesmos naquele momento.
 
Em outras palavras, o voluntário respondia "vermelho", mas ouvia "azul" no fone de ouvido - e garantia ter dito "azul".
 
Lind explica a lógica: "Se usássemos o feedback auditivo para comparar o que dizemos com uma intenção bem específica, então qualquer incompatibilidade deveria ser detectada rapidamente. Mas, se o feedback é um fator poderoso em um processo interpretativo dinâmico, então a manipulação passa despercebida."
 
Assim, o conselho popular de que os ouvidos que mais precisam ouvir são aqueles mais próximos da boca que fala é mais significativo do que parece.
 
Diário da Saúde

Intuição


A intuição é um desafio para definir, apesar do enorme papel que desempenha na nossa vida quotidiana. Steve Jobs chamou, por exemplo, “mais poderoso do que o intelecto.” Mas, vamos colocá-la em palavras, todos nós, bem, intuitivamente sabemos exatamente o que é. Quase todo mundo já experimentou um sentimento de intuição – que o raciocínio inconsciente nos impulsiona a fazer algo sem nos dizer porque ou como. Mas a natureza da intuição há muito tempo nos iludiu, e inspirou séculos de pesquisa e investigação nas áreas de filosofia e psicologia. “Eu defino a intuição como o saber subtil, sem que tenhas a ideia de porque é que sabes,” Sophy Burnham, autor best-seller ”A Arte da Intuição”, conta. “É diferente de pensar, é diferente da lógica ou análise … É um saber sem saber.” Nossa intuição está sempre lá, se estamos conscientes disso ou não.
 
Aqui estão 10 coisas que as pessoas em contacto com sua intuição fazem de forma diferente.
 
1- Eles ouvem aquela voz interior.
“É muito fácil demitir intuição “, diz Burnham . “Mas é um grande presente que precisa ser notado. “ O facto número 1 que distingue as pessoas intuitivas é que elas ouvem , em vez de ignorar, a orientação de suas intuições e sensações internas. “Todo o mundo está ligado a sua intuição , mas algumas pessoas não prestam atenção a ele como intuição”, diz Burnham . “Eu ainda não encontrei um homem de negócios bem sucedido que não disse, ‘ Eu não sei por que fiz isso , foi apenas um palpite .” A fim de tornar os nossos melhores decisões , precisamos de um equilíbrio da intuição – que serve para fazer a ponte entre o instinto e a razão – e o pensamento racional , de acordo com Francis Cholle , autor de “A Bússola intuitiva” . Mas a inclinação cultural contra seguir a própria intuição ou instinto muitas vezes leva a desconsiderar os nossos palpites – para o nosso próprio detrimento. ” Nós não temos de rejeitar a lógica científica , a fim de beneficiar do instinto “, diz Cholle . “Nós podemos honrar e invocar todas estas ferramentas , e podemos buscar o equilíbrio . E , buscando esse equilíbrio que vai finalmente trazer todos os recursos do nosso cérebro em acção. “
 
2- Tem o seu tempo para a solidão.
Se você quiser entrar em contacto com sua intuição, um pouco de tempo sozinho pode ser a maneira mais eficaz. Assim como a solidão pode ajudar a dar origem ao pensamento criativo, ele também pode nos ajudar a conectar-se a nossa mais profunda sabedoria interior. As pessoas muitas vezes são intuitivos introvertidos, de acordo com Burnham. Mas se você é um introvertido ou não, a tomada de tempo para a solidão pode ajudá-lo a se envolver em pensamento mais profundo e se voltara ligar com você mesmo. “Você tem que ser capaz de ter um pouco de solidão, um pouco de silêncio”, diz ela. “No meio da loucura … você não é capaz de reconhecer [intuição] acima de todo o ruído da vida quotidiana.”
 
3- Eles criam.
“A criatividade faz o seu melhor trabalho quando funciona de forma intuitiva “, escreve o pesquisador e autor Carla Woolf . Na verdade, as pessoas criativas são altamente intuitiva , explica Burnham , e assim como você pode aumentar a sua criatividade através da prática, você pode aumentar a sua intuição. Na verdade, a prática pode-se construir o outro.
 
4- Eles praticam atenção plena. (Mindfulness)
Meditação e outras práticas mindfulness pode ser uma excelente maneira de tocar na sua intuição. Mindfulness pode ajudar a filtrar a vibração mental , pesar as suas opções objectivamente , entrar em sintonia com a sua intuição e, finalmente, tomar uma decisão que você pode seguro completamente . “ Mindfulness também pode conectá-lo a sua intuição , aumentando a auto- conhecimento. Um estudo publicado em 2013 mostrou que a atenção plena – definido como “prestar atenção à própria experiência actual de uma forma não-julgamento ” – pode ajudar -nos a compreender melhor as nossas próprias personalidades.
 
5- Eles observam tudo.
“A primeira coisa a fazer é notar – manter um diário, e perceber quando coisas estranhas acontecem”, diz Burnham. Você vai ganhar um sentido apurado para a frequência com coincidências, conexões surpreendentes e intuições “à la carte” que ocorrem na sua vida diária – em outras palavras, você vai começar a tocar em sua intuição.
 
6- Eles ouvem os seus corpos.
Se você já começou a sentir dor de barriga quando você sabia que algo estava errado, mas não conseguia colocar o dedo sobre o que, você entende que intuições pode causar uma sensação física no corpo. Nossos instintos são chamados instintos por uma razão – a pesquisa sugere que a emoção e a intuição são muito enraizadas no “segundo cérebro” dessa sensação.
 
7- Eles ligam-se profundamente com outros.
A leitura da mente pode parecer coisa de fantasia e pseudo-ciência, mas na verdade é algo que fazemos todos os dias. É chamado de precisão empática, um termo na psicologia que se refere à “capacidade aparentemente mágica para mapear o terreno mental de alguém de suas palavras, emoções e linguagem corporal”, segundo a revista “Psychology Today.” “Quando você vê uma aranha subindo a perna de alguém, você sente uma sensação assustadora”, Marcia Reynolds escreve no Psychology Today. ” Da mesma forma, quando você observa alguém chegar a um amigo e eles são empurrados para longe, seu cérebro regista a sensação de rejeição. Quando você assistir a sua equipa ganhar ou um par abraçar na televisão, você sente as suas emoções como se estivesse lá. Emoções como culpa, vergonha, orgulho, vergonha, nojo e desejo tudo pode ser experimentado por ver os outros “. Sintonizar as suas próprias emoções, e passar o tempo, tanto observar e ouvir os outros cara-a-cara pode ajudar a aumentar o seu poder de empatia, diz Reynolds.
 
8- Eles prestam atenção aos seus sonhos.
Burnham recomenda prestar atenção aos seus sonhos como uma forma de entrar em contacto com processos de pensamento inconscientes da sua mente. Tantos os sonhos como a intuição saltam do inconsciente, para que possa começar a explorar esta parte de sua mente, prestando atenção a seus sonhos. “À noite, quando você está sonhando, você está recebendo informações da parte inconsciente ou intuitiva do seu cérebro”, diz Burnham. “Se você está em sintonia com seus sonhos, você pode obter uma série de informações sobre como viver a sua vida.”
 
9- Eles desfrutam muito do tempo livre.
Poucas coisas sufocam a intuição tão facilmente como ocupação constante, conectividade com dispositivos digitais e stress e oburnout. Sempre temos um sentido intuitivo sobre as pessoas em nossas vidas – e num nível profundo, sabemos que os bons dos “bajuladores e dissimulados” – mas nem sempre estamos acordados o suficiente com a nossa intuição para reconhecer a diferença para nós mesmos. O problema é que nós estamos simplesmente muito ocupados.
 
10- Eles libertam-se das emoções negativas.
Emoções fortes – especialmente as negativas – pode ofuscar a nossa intuição. Muitos de nós sabemos que nos sentimos fora das sortes ou “não a nós mesmos” quando está chateado, e isso pode ser porque estamos desligados da nossa intuição. “Quando você está muito deprimido, você pode encontrar a sua intuição a falhar”, diz Burnham. ” Quando você está com raiva ou em um estado emocional elevado … sua intuição [pode] falhar completamente.” A evidência não é apenas anedótico: Um estudo de 2013 publicado na revista “Psychological Science” mostrou que estar em um estado de espírito positivo impulsionou a capacidade de fazer julgamentos intuitivos em um jogo de palavras. Isso não quer dizer que as pessoas intuitivas nunca ficam chateadas – mas sua intuição se sairá melhor se você é capaz de aceitar conscientemente e deixar ir de emoções negativas na maioria das vezes, em vez de suprimir ou deter sobre eles.
 
Fonte: Sophy Burnham Tradução: http://portaldobudismo.com/

Efeitos psicológicos dos antidepressivos

Pensamentos de suicídio, dificuldades sexuais e torpor emocional como resultado do uso de antidepressivos parecem ser muito mais comuns do que se pensava até agora. Em uma pesquisa com 1.829 pessoas que tomavam antidepressivos com receita médica, os pesquisadores descobriram que mais da metade deles podem apresentar problemas psicológicos devidos à medicação. O resultado aumenta as já grandes preocupações com a escalada do problema do excesso de prescrição destes medicamentos. "A medicalização da tristeza e da angústia atingiu níveis bizarros.
 
Uma em cada 10 pessoas em alguns países estão tomando antidepressivos com receita médica," disse o Dr. John Read, da Universidade de Liverpool (Reino Unido). Mais da metade das pessoas com idade de 18 a 25 anos no estudo relataram sentimentos suicidas e, na amostra total, houve uma grande porcentagem de pessoas que sofrem de "dificuldades sexuais" (62%) e "sentir-se emocionalmente entorpecido" (60%). As porcentagens para outros efeitos incluíram: "sentindo-me como se não fosse eu" (52%), "redução dos sentimentos positivos" (42%), "ligando menos para os outros" (39%) e "efeitos de abstinência do medicamento" (55%). Por outro lado, 82% afirma que a droga tinha ajudado a aliviar sua depressão.
 
"Embora os efeitos colaterais biológicos dos antidepressivos, tais como ganho de peso e náuseas, estejam bem documentados, problemas psicológicos e interpessoais têm sido largamente ignorados ou negados. E eles parecem ser assustadoramente comuns," disse o Dr. Read. "Nossa descoberta de que mais de um terço dos entrevistados relata ideação suicida como resultado de tomar os antidepressivos sugere que os estudos anteriores podem ter subestimado o problema," concluiu ele.
 

casa de banho pública com duas sanitas


A imagem de uma casa de banho pública com duas sanitas, captada numas das instalações que vão receber os Jogos Olímpicos de Inverno, na Rússia, está a agitar as redes socias um pouco por todo o mundo. Apesar do esforço dos internautas, o mistério do W.C. duplo continua por desvendar. A imagem foi publicada por um correspondente da BBC, que nunca pensou suscitar tamanha polémica.
 
A fotografia acabaria por circular pelas redes sociais, em todo o mundo, e muitas teorias foram sendo desenvolvidas para explicar a existência de duas sanitas na mesma casa de banho pública sem qualquer divisão. Até agora, não se sabe por que motivo criaram este espaço no Laura Cross Country Skiing and Biathlon Centre, nas montanhas do Cáucaso, o local que receberá os atletas dos Jogos Olímpicos de Inverno.
 
Fonte: JN

Defensores dos elfos travam construção de estrada

Os membros da organização ambientalista islandesa "Amigos de Lava" uniram forças com a comunidade de defensores dos elfos e boicotaram o projeto de construção de uma estrada, argumentando que estão preocupados com as criaturas, imaginárias para a generalidade dos seres humanos.
 
Os ativistas mobilizaram centenas de pessoas para bloquear o local de construção da nova estrada e dirigiram-se ao Tribunal Supremo da Islândia para alertar que a obra pode prejudicar a cultura dos elfos que alegam habitar a região. A estrada deve ligar a península de Alftanes, onde se encontra a residência do presidente do país, a um subúrbio da capital Reykjavik. A obra foi congelada para considerar a demanda. De acordo com uma pesquisa efetuada em 2007 pela Universidade da Islândia, 62% dos habitantes do país admitem a possibilidade de existência dos elfos.
 
Ragnhildur Jonsdottir, profeta autoproclamado que alega conseguir comunicar com as criaturas através de telepatia, também afirma que os trabalhos podem causar prejuízos àqueles seres do folclore islandês: "Será uma perda e um dano terrível tanto para o mundo dos elfos como para o dos humanos", desabafou. No entanto, os "Amigos de Lava" estão principalmente preocupados com os aspetos ambientais e vêem a questão dos elfos como uma pequena parte de um problema de maiores proporções, relacionadas com a história e a cultura de uma paisagem rara e única. O ambientalista Andri Snaer Magnason diz que "o preocupante é que a estrada irá cortar o campo de Lava em dois e destruirá o habitat natural dos animais".
 

Expressões Populares - Brasil

 
Acabar em pizza
Uma das expressões mais usadas no meio político é “tudo acabou em pizza”, empregada quando algo errado é julgado sem que ninguém seja punido. O termo surgiu no futebol. Na década de 60, alguns cartolas palmeirenses se reuniram para resolver alguns problemas e, depois de 14 horas seguidas de brigas e discussões, estavam com muita fome. Assim, todos foram a uma pizzaria, tomaram muito chope e pediram 18 pizzas grandes. Depois disso, simplesmente esqueceram o assunto, foram para casa e a paz reinou. Depois desse episódio, Milton Peruzzi, que trabalhava no jornal Gazeta Esportiva, publicou a seguinte manchete: “Crise Do Palmeiras Termina Em Pizza”. Daí em diante, a expressão pegou.
 
Casa da Mãe Joana
A expressão se deve a Joana, rainha de Nápoles e condessa de Provença, que viveu na Idade Média entre 1326 e 1382. Em 1346, ela se refugiou em Avignon, na França. Aos 21 anos, Joana regulamentou os bordéis da cidade onde estava refugiada. Uma das normas dizia: “o lugar terá uma porta por onde todos possam entrar.” Transposta para Portugal, a expressão “paço-da-mãe-joana” virou sinônimo de prostíbulo. Trazida para o Brasil, a palavra “paço”, por não fazer parte da linguagem popular, foi substituído por “casa”. Assim, “casa-da-mãe-joana” passou a servir para indicar um lugar ou situação em que cada um faz o que quer, onde impera a desordem e a desorganização.
 
Dar com os burros n’água
A expressão surgiu no período do Brasil Colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas e muitos morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado para se referir a alguém que faz um grande esforço para conseguir alguma coisa e não obtém sucesso.
 
De mãos abanando
Na época da intensa imigração no Brasil, os imigrantes tinham que ter suas próprias ferramentas. As “mãos abanando” eram um sinal de que aquele imigrante não estava disposto a trabalhar. A partir daí o termo passou a ser empregado para designar alguém que não traz nada consigo. Uma aplicação comum da expressão é quando alguém vai a uma festa de aniversário sem levar presente.
 
Entrar com o pé direito
A tradição de entrar em algum lugar com o pé direito para dar sorte é de origem romana. Nas grandes celebrações dos romanos, os donos das festas acreditavam que, entrando com esse pé, evitariam má sorte na ocasião da festa. A palavra “esquerda”, em latim, é “sinistra”; daí fica evidente a crença no lado azarento dos inocentes pés esquerdos. Foi a partir daí que essa crença se espalhou por todo o mundo.
 
Feito nas coxas
Esta expressão surgiu na época da colonização brasileira. As telhas usadas nas construções da época, feitas de barro, eram moldadas nas coxas dos escravos. Assim, algumas vezes ficavam largas, outras vezes finas, mas nunca num tamanho uniforme. Foi desta forma que surgiu a expressão, utilizada para indicar algo mal feito.
 
Fazer uma vaquinha
A expressão “fazer uma vaquinha” surgiu na década de 20 e tem sua origem relacionada com o jogo do bicho e o futebol. Nas décadas de 20 e 30, já que a maioria dos jogadores de futebol não tinha salário, a torcida do time se reunia e arrecadava entre si um prêmio para ser dado aos jogadores. Esses prêmios eram relacionados popularmente com o jogo do bicho. Assim, quando iam arrecadar cinco mil réis, chamavam a bolada de “cachorro”, pois o número cinco representava o cachorro no jogo do bicho. Como o prêmio máximo do jogo do bicho era vinte e cinco mil réis, e isso representava a vaca, surgiu o termo popular “fazer uma vaquinha”, ou seja, tentar reunir o máximo de dinheiro possível para um determinado fim.
 
Guardado a sete chaves
No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes: um baú que possuía quatro fechaduras. Cada uma destas chaves era distribuída a um alto funcionário do reino. Portanto, eram apenas quatro chaves. Mas o número sete passou a ser utilizado em razão de seu valor místico, desde a época das religiões primitivas. Assim, começou-se a utilizar o termo “guardar a sete chaves” para designar algo muito bem guardado.
 
Jurar de pés juntos
A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, nas quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado até dizer a verdade. Até hoje, o termo é empregado para expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.
 
Lágrimas de crocodilo
Quando dizemos que uma pessoa está “chorando lágrimas de crocodilo”, queremos dizer que ela está fingindo, chorando de uma forma falsa. Tal expressão, utilizada no mundo inteiro, veio do fato de que o crocodilo, quando está devorando suas presas, faz uma pressão muito forte sobre o céu da boca e estimula suas glândulas lacrimais, dando a impressão de que o animal está chorando. Obviamente, o animal não chora e por isso surgiu a expressão popular.
 
Motorista barbeiro
No século XIX, os barbeiros faziam, não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também tiravam dentes, cortavam calos, entre outras coisas. Por não serem profissionais, seus serviços mal feitos eventualmente geravam consequências. A partir daí, desde o século XV, todo serviço ruim passou a ser atribuído ao barbeiro, por meio da expressão “coisa de barbeiro”. A expressão veio de Portugal. Contudo, a associação de “motorista barbeiro”, ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.
 
Onde Judas perdeu as botas
Esta expressão é usada para designar um lugar distante, desconhecido e inacessível. Existe uma história não comprovada que relata que, após trair Jesus, Judas enforcou-se descalço em uma árvore, porque havia posto o dinheiro que ganhara por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava descalço, saíram em busca dos mesmos e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se as botas foram achadas. Acredita-se que foi assim que surgiu tal expressão.
 
Pensando na morte da bezerra
A história mais aceitável para explicar a origem da expressão é proveniente das tradições hebraicas, nas quais os bezerros eram sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ficou se lamentando e pensando na sua morte meses a fio. Foi desta forma que surgiu tal expressão.
 
Pra inglês ver
A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas. Assim, elas teriam sido criadas apenas “para inglês ver”. Foi assim que surgiu a expressão.
 
Rasgar seda
Tal expressão, utilizada quando alguém elogia demais outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Nela, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão para cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a mulher percebe a intenção do rapaz e diz: “Não rasgue suas sedas, que se esfiapa.” Foi assim que surgiu a expressão.
 
Tirar o cavalo da chuva
No século XIX, quando uma visita iria ser breve, o visitante deixava o cavalo ao relento, em frente à casa do anfitrião. Caso a visita fosse demorar, colocavam o animal nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia colocar seu cavalo protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: “pode tirar o cavalo da chuva”. Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa. De gozação, dizem que Rui Barbosa, que gostava de falar difícil, dizia “retirar o equino da precipitação pluviométrica”…
 

Muito açúcar no sangue aumenta problemas de memória

De acordo com um estudo, pessoas que apresentam no sangue elevados níveis de açúcar enfrentam maiores problemas relacionados com a memória. A pesquisa, da autoria de cientistas do Hospital Universitário de Berlim, na Alemanha, consistiu em testes de memória, sendo que as pessoas com menores níveis de açúcar conseguiram melhores resultados. Elevados níveis de açúcar no sangue pode significar menor capacidade de memória, de acordo com um estudo realizado na Alemanha.

Uma equipa de investigadores – liderada por Agnes Flöel, a chefe do Serviço de Neurologia Cognitiva do Centro de Investigação Clínica Neurocure – fez testes de memória a 140 pessoas com idade média de 63 anos. Posteriormente, foi estabelecido um paralelo entre os resultados obtidos e os níveis de açúcar detetados no sangue. E as pessoas com maior poder de memorização eram precisamente aquelas que tinham menos índices de açúcar. As pessoas que participaram neste estudo foram submetidas a testes de memorização simples: por exemplo, memorizar 15 palavras, durante um período de meia hora. Ao mesmo tempo, foram sujeitas a testes médicos que permitiram recolher os níveis de açúcar presentes no sangue. Os investigadores fizeram também ressonâncias magnéticas ao hipocampo, uma das regiões do cérebro associadas à memória.

Numa análise aos resultados, os cientistas não tiveram dúvidas: há uma ligação entre níveis de açúcar presentes no sangue e a capacidade de memorizar informação. Os participantes que apresentam menores níveis de açúcar no sangue foram mais eficientes a memorizar as palavras. Já os que se encontraram com o ‘sangue mais açucarado’ lembraram, em média, menos duas palavras. Outra conclusão importante deste estudo alemão prende-se com a estrutura do hipocampo. A verificação das ressonâncias magnéticas realizadas demonstrou que o hipocampo tem menor dimensão, quando há mais açúcar no sangue, e uma estrutura menos adequada. “Conservar a capacidade de memória em idade avançada, através de uma redução do nível de açúcar é positivo. Aconselha-se uma atividade física regular, que provoque uma redução do nível de açúcar no sangue, bem como uma dieta rica em vegetais, frutos, peixe e cereais”, conclui a investigadora Agnes Flöel.

ptjornal

efeito placebo

Uma das primeiras pessoas a fazer a ligação entre o subconsciente e o desenvolvimento da doença foi Emile Coué, farmacêutico francês que se tornou famoso pelas suas teorias sobre as sugestões positivas. Fez a sua descoberta por acidente. Um cliente chegou à farmácia e perguntou por um qualquer medicamento sujeito a prescrição médica, que o cliente não tinha. Coué recusou-se a aviá-lo, dizendo que, na ausência da receita, ele estaria a violar a lei se lho fornecesse. Mas o cliente insistiu no seu pedido. Coué, compreendendo que a doença não era um caso grave, mas o cliente sim, fingiu ceder. No entanto, apenas lhe entregou alguns comprimidos de açúcar.
Algum tempo depois o cliente voltou, contentíssimo, anunciando que estava completamente curado. Este é um caso típico do chamado «efeito de placebo». É óbvio que o que curou o paciente foi a sua crença de que o medicamento faria efeito. Esta crença, apesar de infundada, foi aceite pela sua mente consciente e registada no seu subconsciente, que agiu em conformidade e ordenou ao corpo para se curar.

Fonte: O PODER DA MENTE DE CHRISTIAN H. GODEFROY E D.R. STEEVENS

a teoria do sobrevivente

Estudos efectuados na universidade do estado americano de Oregon desenvolveram uma curiosa, educativa e surpreendente teoria: a teoria do sobrevivente.
As conclusões foram: o sobrevivente é uma pessoa que não desenvolve sentimentos de culpa, nem procura culpados; durante o seu processo de sobrevivência, procura soluções.

http://corpomental.blogspot.com/

Sonhos

Sonhar é possível mesmo quando a mente está vazia
 
Mais uma evidência colocou em xeque a visão científica tradicional sobre os sonhos. Para os neurocientistas, um sonho é uma experiência de imaginação do inconsciente durante nosso período de sono, revivendo imagens e situações ocorridas durante o período de vigília. Contudo, Isabelle Arnulf e seus colegas da Unidade de Distúrbios do Sono da Universidade Pierre e Marie Curie (França) apresentaram estudos de caso de pacientes com déficit de auto-ativação que relatam sonhos quando despertados do sono REM - mesmo que esses pacientes apresentem um vazio mental durante o dia.
 
Transtorno de Auto-Ativação
O estudo prova que mesmo pacientes com Transtorno de Auto-Ativação (TAA) têm a capacidade de sonhar. O TAA (Transtorno de Auto-Ativação) é causado por danos bilaterais nos gânglios basais. É uma síndrome neurofísica caracterizada por uma apatia extrema, incluindo a falta de ativação do pensamento e uma perda de comportamento espontâneo. Os pacientes com TAA devem ser estimulados por seus cuidadores para fazerem as tarefas mais básicas, como levantar-se, comer e beber. Quando se pergunta a um paciente com TAA "O que você está pensando?", a resposta típica é a de não haver nenhum pensamento.
 
Teorias sobre os sonhos
Para as neurociências, durante o sono o cérebro está funcionando em caráter exclusivamente interno - no sono REM, as áreas corticais seriam estimuladas internamente pelo tronco cerebral. Quando despertos, indivíduos normais lembram-se de alguns dos sonhos associados com o seu estado de sono anterior, especialmente durante o sono REM. Nesse contexto, existem basicamente duas teorias que tentam explicar os sonhos. A teoria "de cima para baixo" (top-down) propõe que o sonho começa nas estruturas de memória do córtex superior e então "retorna", como a imaginação se desenvolve durante a vigília. A teoria "de baixo para cima" (bottom-up) postula que as estruturas do tronco cerebral, que provocam os movimentos oculares rápidos e a ativação do córtex durante o sono REM resultam nos elementos emocionais, visuais, sensoriais e auditivas de sonhar.
 
Sonhos cerebrais
A constatação do sonho em pacientes com TAA praticamente descarta a teoria top-down, já que esses pacientes têm o que os pesquisadores chamam de "mente vazia" durante todo o dia. Eles relatam, por exemplo, sonhos incluindo eles próprios desempenhando tarefas que não desempenham no dia-a-dia. Ainda que alguns cientistas afirmem até que é possível construir uma máquina para gravar sonhos, outras áreas de estudo, fora das neurociências, têm interpretações dos sonhos bem mais amplas, e menos "cerebrais". Uma das mais atuantes atualmente é a área dos chamados sonhos lúcidos.
 

Sonhos lúcidos

Sonhos conscientes
A busca pela sede da consciência no cérebro tem iludido cientistas há décadas. O que se percebe é que, durante a vigília, estamos sempre conscientes de nós mesmos. Durante o sono, ao contrário, não temos essa autopercepção. Mas há um grupo de indivíduos, conhecidos como sonhadores lúcidos, que conseguem perceber que estão sonhando, e inclusive interferir nesses sonhos. Agora, os cientistas usaram imagens de ressonância magnética para descobrir o que acontece no cérebro dessas pessoas, em comparação com as demais, que sonham apenas o que seu inconsciente parece querer.
 
Autorreflexão
A equipe do Dr. Michael Czisch, do Instituto Max Planck (Alemanha), fez imagens do cérebro dos voluntários - alguns sonhadores lúcidos e outros não - usando tomografia de ressonância magnética. Eles descobriram que a percepção do sonho ativa áreas específicas da rede cortical, incluindo o córtex prefrontal dorsolateral, as regiões frontopolares e o lóbulo quadrado (precuneus). Todas essas regiões estão associadas com funções chamadas autorreflexivas, quando o indivíduo dá-se conta de si mesmo.
 
Mistérios da neurociência
A capacidade humana de autopercepção, autorreflexão e consciência estão entre os grandes mistérios não resolvidos da neurociência. Mesmo com as modernas técnicas de imageamento médico, ainda é impossível visualizar totalmente o que se passa no cérebro quando as pessoas passam de um estado de consciência para um estado inconsciente. O problema reside no fato de que é difícil monitorar o cérebro durante essa fase de transição. Isto torna praticamente impossível delinear claramente a atividade do cérebro relativa especificamente à recuperação da autopercepção e da consciência, separando-a das atividades mais gerais do cérebro.
 
Sonhadores lúcidos
Essa é uma das razões pelas quais os cientistas vêm-se interessando cada vez mais pelos sonhadores lúcidos, pessoas que percebem que estão sonhando e interferem no sonho. Os sonhadores lúcidos têm acesso às suas memórias durante o sonho, exercem sua vontade para mudar o andamento do sonho, e continuam com percepção total de si mesmos. O estudo mostrou que a atividade cerebral entre os sonhadores normais e os sonhadores lúcidos não difere muito - as variações ocorrem em poucos segundos, eventualmente mostrando o quanto os sonhos são rápidos.
 

Dormir mal durante a Lua Cheia

Muitas pessoas queixam-se da falta de sono na época da Lua Cheia. Como não têm nenhuma teoria para explicar o fato, os cientistas costumam dizer que isso é "mito", ou simplesmente "impressão". Afinal, o que não está no manual dos cientistas não existe, certo? Errado, como acaba de demonstrar o professor Christian Cajochen e seus colegas da Universidade de Basel, na Suíça.
 
Ciclos lunares e o sono
 
O grupo conseguiu documentar evidências de que os ciclos lunares e o comportamento do sono humano estão realmente conectados. Cajochen e seus colegas analisaram cuidadosamente, em laboratório, o sono de 30 voluntários, divididos em dois grupos etários. Enquanto os voluntários dormiam, os cientistas monitoraram seus padrões cerebrais, movimentos oculares e mediram suas secreções hormonais. Os resultados sugerem que, apesar dos confortos da vida moderna, os seres humanos ainda respondemos aos ritmos geofísicos da lua, qualquer que seja sua idade.
 
Sinais fisiológicos e subjetivos
 
Os dados mostram que tanto a percepção subjetiva quanto a percepção objetiva da qualidade do sono são alteradas com os ciclos lunares. No período da Lua Cheia, a atividade cerebral em áreas relacionadas ao sono profundo diminui em 30%. As pessoas também levam, em média, cinco minutos a mais para adormecer, e dormem 20 minutos menos. E elas apresentaram níveis mais baixos de melatonina, um hormônio que regula os ciclos de sono e vigília. No lado subjetivo, os voluntários afirmaram ter um sono pior durante os dias de Lua Cheia - eles não sabiam que o experimento tinha a ver com os ciclos lunares, e a Lua não foi citada em nenhum momento durante o estudo. "Esta é a primeira evidência confiável de que o ritmo lunar pode modular a estrutura do sono nos seres humanos," concluiu Cajochen.
 

Era uma vez, um homem sem memória

Entender o funcionamento da memória só foi possível graças ao americano Henry Gustav Molaison. Henry morreu em 2008, aos 82 anos.
A história de Henry começou em 1953, quando um neurocirurgião abriu dois buracos na frente de seu crânio e sugou metade do hipocampo e a amígdala cerebral com o objetivo de curar uma epilepsia. Funcionou, mas o efeito colateral foi vitalício: Henry nunca mais conseguiu armazenar uma nova memória por mais de 20 segundos.
O que sobrou foram histórias do passado distante. Todas as manhãs, ao se olhar no espelho, era uma surpresa: Henry não se reconhecia (isso mesmo, como no filme ‘Como se fosse a primeira vez’). O susto de manhã se dava porque ao dormir ele esquecia o que havia vivido e sempre acordava achando que tinha 27 anos, quando fez a cirurgia. Incrível não?
O caso despertou curiosidade na comunidade científica. Até sua morte, ele foi estudado exaustivamente por grupos de especialistas do MIT e da Universidade da Califórnia e foi assim que se chegou a conhecimentos essenciais para a evolução da neurociência, como em que região do cérebro se forma e se armazena a memória de curto prazo — o hipocampo, mutilado em Henry.
Um ultrassom divulgado pelo MIT em 1982 fez dele uma personalidade da neurociência: era a primeira imagem de um cérebro sem um grande pedaço do hipocampo.
Os cientistas perceberam que as conexões de neurônios que alimentam a memória também ocorrem em outras áreas. Por isso, Henry não conseguia armazenar novas lembranças, mas era capaz de aprender atividades repetitivas e instintivas, como desenhar.
 
Por estar preso ao presente, Henry não acumulou rancores nem ressentimentos. Estava sempre bem-humorado, segundo os médicos que o acompanhavam.
A pedido do paciente, seu cérebro foi doado para o MIT logo após sua morte e fatiado em 4.201 camadas finíssimas.
Fonte: Galileu